Análise da mecânica respiratória nas posições decúbito dorsal, lateral e sentada, em pacientes em ventilação mecânica.

Geovana Mazzer Marques Silva, Mara Lilian Soares Nasrala, Elias Nasrala Neto, Walkiria Shimoya Bittencourt

Resumo


Introdução: O posicionamento do paciente no leito é um dos fatores que pode intervir aumentando ou reduzindo a complacência do sistema respiratório. Objetivo: Avaliar a repercussão hemodinâmica, oxigenação e mecânica respiratória no posicionamento de pacientes submetidos à ventilação mecânica invasiva. Métodos: Foram incluídos no estudo pacientes internados na UTI, maiores de 18 anos, de ambos os sexos, sedados e curarizados, entubados ou traqueostomizados, submetidos a ventilação mecânica invasiva. Foram coletados sinais vitais, saturação de oxigênio de medidas de mecânica respiratória, antes de qualquer procedimento (T0), após fisioterapia respiratória (T1), 5 minutos após a posição (decúbito dorsal, lateral ou sentada) adotado (T2) e após 1 hora (T3). Resultados: Participaram do estudo 8 pacientes com média de idade de 67,0 ±12,7 anos nos pacientes masculinos e 52,2 ±24,6 dos femininos; 25% apresentaram tumor de bexiga. Quando comparado os valores de complacência pulmonar estática, complacência dinâmica e resistência pulmonar entre as posições sentada, decúbito dorsal e decúbito lateral, não foi encontrado significância estatística (p>0,05). Conclusão: Apesar da mudança de decúbito ser uma prática de rotina na unidade de terapia intensiva, não foi relevante a mudança de posição do paciente para melhorar a sua mecânica respiratória. Descritores: Posicionamento do paciente, Mecânica respiratória, Complacência                pulmonar, Ventilação mecânica.

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