Microcefalia não associada ao Zika Vírus: um perfil epidemiológico no Brasil entre janeiro/2015 e junho/2022

Anmony Borralho de Figueiredo, Igor Eduardo Gomes Pires, Julia Teston, Larissa Regina Macedo Benetti, Luiza Helena Dalmas Xavier, Rosa Maria Elias, Hugo Dias Hoffmann Santos, Emmanuela Bortoletto Santos dos Reis, Thaís Caroline Dallabona Dombroski

Resumo


DOI: 10.52908/coorte.v0i15.283

 

A microcefalia é definida como uma alteração estrutural e funcional do sistema neurológico, nas condições em que o encéfalo não se desenvolve adequadamente para o sexo e idade gestacional. Tendo como objetivo do trabalho, identificar causas distintas de microcefalia, que não envolvam Zika Vírus, e que possuem a mesma importância clínica e epidemiológica. O estudo vigente, apresenta um perfil epidemiológico dos casos de microcefalia no Brasil com enfoque em outras causas como STORCH e arboviroses, excluindo o Zika Vírus. A fonte dos dados utilizada foi o Sistema de Registro de Eventos em Saúde Pública do Ministério da Saúde, entre Janeiro/2015 e Junho/2022, na qual, evidenciou que a maioria dos casos ocorreram na região Nordeste, com predomínio do sexo feminino, com pico abrupto nos anos de 2015 e 2016 e queda súbita nos anos subsequentes, as diagnosticadas em sua maioria não cursaram com repercussões clínicas importantes.


Palavras-Chave: Doenças e Anormalidades Neonatais; Cefalometria; Complicações Infecciosas na Gravidez.


Palavras-chave


Doenças e Anormalidades Neonatais; Cefalometria; Complicações Infecciosas na Gravidez.

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DOI: http://dx.doi.org/10.52908/coorte.v0i15.283

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* e-ISSN:  2358-3622

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*  DOI:  10.52908

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